"Não é algo que eu planeje. As coisas acontecem muito inesperadamente. Sou afinada, mas teria dificuldade na hora da dança. Não fiz balé quando criança", ressalta Verônica, que estreia o longa Astro ainda este ano.
"Você precisa transparecer ter conhecimento de causa daquilo que está falando. A Cris é muito apaixonada pela profissão. Por isso, ela sempre está incitando projetos para salvar o planeta", defende.
Aos 28 anos, a atriz não encontra muitas dificuldades para interpretar uma personagem com quase 10 anos mais velha. Além disso, muitos companheiros de cena de Verônica têm a mesma idade ou até são mais velhos que ela, como Bernardo Falcone e Mariana Cysne.
"A postura que você se coloca em cena já muda tudo. É preciso assumir uma energia mais velha. Meu jeito de falar e andar muda. E a caracterização faz você se inserir em outro ambiente", aponta.
Apesar de ser natural do Rio de Janeiro e ter crescido em São Paulo, Verônica considera os dois anos em que viveu em Minas Gerais fundamentais para a escolha da sua profissão. Aos 15 anos, a atriz precisou optar entre as aulas de Teatro ou Educação Física no colégio. A rasa intimidade com as atividades físicas fizeram com que Verônica não tivesse dúvidas quanto à escolha pelas Artes Cênicas.
"Esses dois anos em Minas foram muito significativos para mim. Lá descobri a minha vocação. Fiquei apaixonada", lembra. A falta de estabilidade da carreira de atriz, no entanto, fez com que Verônica mantivesse o teatro como um hobby e focasse na faculdade de Publicidade.
"Tive medo e optei pelo mais seguro. Cheguei a trabalhar em agência. Mas um dia percebi que não podia levar mais uma profissão pela qual não era apaixonada", afirma.
"Esses dois anos em Minas foram muito significativos para mim. Lá descobri a minha vocação. Fiquei apaixonada", lembra. A falta de estabilidade da carreira de atriz, no entanto, fez com que Verônica mantivesse o teatro como um hobby e focasse na faculdade de Publicidade.
"Tive medo e optei pelo mais seguro. Cheguei a trabalhar em agência. Mas um dia percebi que não podia levar mais uma profissão pela qual não era apaixonada", afirma.
Logo após concluir a Oficina de Atores da Record, Verônica foi contratada pela emissora e esperava por uma oportunidade para ingressar em alguma trama. Antes de ser chamada para Rebelde, a atriz ajudava nos testes de elenco para a novela infantojuvenil.
"Foi completamente inesperado e tenho muito gosto em trabalhar com o público adolescente. Eles são muito passionais e se envolvem bastante com a trama", elogia Verônica, que também já trabalhou com o público infantojuvenil na peça O Diário de Débora.
"Foi completamente inesperado e tenho muito gosto em trabalhar com o público adolescente. Eles são muito passionais e se envolvem bastante com a trama", elogia Verônica, que também já trabalhou com o público infantojuvenil na peça O Diário de Débora.
"Nasci com a máscara da comédia no teatro. O humor exige muita coragem porque fazer o outro rir é muito difícil. Exercito minha capacidade para escrever textos. Tenho de quebrar muito a cabeça e brigar com as páginas em branco", brinca.

Nenhum comentário:
Postar um comentário